O Bem-Amado - Recordar é viver

Recordar é viver.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Crónica do Retiro



Na minha adolescência não perdia um único Acampamento no nosso amado Vale de São Francisco. Volvidos alguns anos, já noutra condição, voltei ao vale para participar de um retiro de casais e posso afirmar, com toda autoridade, que o Vale de São Francisco ainda tem aquele inexplicável ‘something’ que faz até os mais sérios labi labi na tchon de tanto rir, os mais secos preferirem românticas declarações e os mais sem apetite sentirem água na boca!!!
Normalmente, quando se faz a crónica de um retiro, o autor não se coíbe de acrescentar mais um pouco de sal e pimenta para que os ausentes sintam uma certa inveja…mas eu prometo não exagerar nas próximas linhas.
Meditações: o dia começava com as abençoadas meditações matinais: era tempo de estreitar os laços com o Papai lá de cima.
Temas: acredito que voltamos para casa munidos das armas necessárias para exterminar qualquer “raposinha” que haja nas nossas relações!
Comunhão: cada um viu a sua pequenina caixa de correio de amizade e amor abarrotar de recadinhos na ora di bai…que mais preciso dizer?
Menu: bem, o tema do retiro foi “Estreitando os laços”, mas desconfio que já as cinturas voltaram bem alargadas… J Pudera, aquela mesa nunca viu tanta iguaria di tera! De Modje de São Nicolau a doce de leite…
Lazer: por volta das 10 da noite todos estavam exaustos, mas ninguém arredava o pé porque o dia não acabava sem aquela boa dose de gargalhada: desfile das doidas, anedotas (com piada e sem piada), a caprichada serenata das mulheres, enfim…
E o que me resta dizer mais? Que ansiamos pelo próximo retiro (houve quem dissesse que esperar até o próximo ano é tempo demais) porque esses 3 dias passaram num tcház!!
E pensar que pusemos outras hipóteses…
Tinha que ser no Vale…tinha que ser no Vale!!!
Por: Virgínia Vieira Lopes

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Imagens do Retiro